Úlcera indolente em felinos - Revisão de literatura


Revisão de literatura

Autores

Aline Soares Barbosa

Médica-veterinária. Pós-graduanda em Medicina Felina – Anclivepa-SP (São Paulo/SP). Contato: aline.soares.barbosa@usp.br

Myrian Kátia Iser Teixeira

Mestranda em Ciências Médicas - Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Pós-graduada em Medicina Felina. Medicina Felina Gato Leão Dourado (Belo Horizonte/MG).

Cristiano Rodrigo Nicomedes da Silva

Mestre em Cirurgia Animal - UFMG. Pós-graduado em Medicina Felina. Medicina Felina Gato Leão Dourado. Professor do departamento de clínica médica e cirúrgica da fundação de Ensino e Pesquisa de Itajubá (FEPI/MG)

RESUMO

A úlcera indolente ou eosinofílica dos felinos domésticos, junto com o granuloma eosinofílico e a placa eosinofílica formam o chamado complexo granuloma-eosinofílico felino, que é desencadeado por reações de hipersensibilidade a diversos antígenos. A úlcera eosinofílica é uma lesão bem demarcada, uni ou bilateral, não dolorosa ou pruriginosa, que ocorre principalmente na região dos lábios, próxima aos caninos superiores. Na ocorrência dessa lesão, existe uma alergopatia de base que deve ser investigada, podendo estar envolvidos antígenos ambientais e alimentares, além de ectoparasitas e patógenos. Os animais acometidos geralmente apresentam histórico de sazonalidade das lesões, lambedura exacerbada, alopecia auto induzida e dermatite miliar. Ao exame clínico, as úlceras características podem ser observadas, com seus bordos mais elevados em relação ao centro e coloração marrom-avermelhada. Ao exame histopatológico, os achados mais comuns são a hiperplasia tecidual e a dermatite superficial ulcerativa fibrosante, com a presença de neutrófilos e células mononucleares. A determinação da alergopatia de base é essencial para a melhora efetiva do quadro e o estabelecimento de um diagnóstico definitivo. As úlceras indolentes devem ser diferenciadas de neoplasias cutâneas e infecções bacterianas, virais e fúngicas. O tratamento das lesões é feito por meio de antibioticoterapia e corticoterapia. A criocirurgia, laserterapia e radioterapia também têm sido indicadas no tratamento das úlceras únicas. O ponto mais importante do tratamento, no entanto, é a determinação da alergopatia de base e a consequente eliminação do contato com o alérgeno. O prognóstico é favorável.

Palavras-chave: dermatopatias, complexo granuloma-eosinofílico felino, alergopatias

ABSTRACT

The indolent or eosinophilic ulcer of the domestic cat, along with the eosinophilic granuloma and the eosinophilic plaque form the so-called eosinophilic granuloma complex, which is triggered by hypersensitivity reactions to various antigens. The eosinophilic ulcer is a well-demarcated lesion, uni or bilateral, not painful or itchy, which occurs mainly in the region of the upper lips, near the canine teeth. Upon the occurrence of such damage, there is always an underlying allergy that should be investigated, which commonly involves environmental and food antigens, ectoparasites or pathogens. The affected animals usually present the history of seasonality of injuries, exacerbated licking, self-induced alopecia and miliary dermatitis. On clinical examination, characteristic ulcers can be seen, with their higher edges compared to their inner region, and reddish-brown coloration. Histopathologic findings include superficial tissue hyperplasia and fibrosing ulcerative dermatitis with the presence of neutrophils and mononuclear cells. The determination of the underlying allergy is essential for effective clinical improvement and the establishment of a definite diagnosis. The indolent ulcers must be differentiated from skin cancer and bacterial, viral or fungal infections. Treatment of lesions is done by means of antibiotics and steroids. The cryosurgery, laser therapy and radiation therapy have also been indicated in the treatment of sole ulcers. The most important feature, however, is the determination of the underlying allergy and consequential elimination of contact with the allergen. The prognosis is favorable.

Keywords: skin diseases, feline eosinophilic granuloma complex, allergies

O complexo granuloma-eosinofílico felino

O complexo granuloma-eosinofílico felino é uma reação causada por uma resposta de hipersensibilidade a um antígeno (MUSE & WILLIAMSON, 2008), não sendo considerado uma doença ou um diagnóstico definitivo (MASON & BURTON, 1999). Essa reação pode ser desencadeada por alérgenos ambientais e alimentares, ectoparasitas (pulgas, ácaros, piolhos, insetos), drogas e infecções bacterianas, fúngicas (dermatófitos, Malassezia spp.) ou virais (FIV e FeLV) (MASON & BURTON, 1999; MUSE & WILLIAMSON, 2008). A predisposição genética ao desenvolvimento do complexo já foi demonstrada em uma colônia de gatos de uma linhagem específica, livre de patógenos (MASON & BURTON, 1999). Suspeita-se também de uma causa de base genética relacionada à raça Norueguês da Floresta (LEISTRA et al., 2005), porém estudos mais aprofundados ainda necessitam ser realizados (BUCKLEY & NUTTAL, 2012). Embora alguns estudos reportem uma maior ocorrência em fêmeas, a predisposição sexual e etária ainda não foi adequadamente firmada (BUCKLEY & NUTTAL, 2012). O complexo granuloma-eosinofílico felino pode apresentar-se sob três formas principais: a placa eosinofílica, a úlcera eosinofílica ou indolente e o granuloma eosinofílico (MASON & BURTON, 1999; FOSTER, 2004). Elas diferem quanto aos seus padrões histológicos e podem ser definidas como reações cutâneas distintas a uma mesma causa de base (MASON & BURTON, 1999; FOSTER, 2004). As três formas podem ser observadas no mesmo paciente, seja concomitantemente ou sucessivamente, motivo pelo qual são agrupadas em um mesmo grupo (MASON & BURTON, 1999; FOSTER, 2004). A pele dos gatos apresenta uma alta tendência a reagir aos estímulos por meio da liberação de mastócitos e eosinófilos. Os eosinófilos normalmente estão associados a reações inflamatórias do epitélio e podem ser encontrados em infiltrados inflamatórios do trato respiratório, digestivo, da pele, dos olhos e também na vesícula urinária (MASON & BURTON, 1999). A presença dessas células é frequentemente interpretada como um indicativo de reações alérgicas ou de infestação por parasitas, porém, sabe-se que o papel desempenhado pelos eosinófilos pode ser bem maior (MASON & BURTON, 1999). Existe na espécie felina uma condição caracterizada pela superprodução de eosinófilos, que pode ser causada tanto por uma disfunção medular neoplásica, quanto pela ausência da capacidade de regulação de reações alérgicas ou antiparasitárias (MASON & BURTON, 1999). No gato, os mastócitos encontram-se frequentemente associados aos eosinófilos no epitélio, possuindo um papel crucial no recrutamento e ativação dessas células (MASON & BURTON, 1999). Uma vez sensibilizados, os mastócitos podem tornar-se hiperreativos e degranular ao mínimo estímulo (MASON & BURTON, 1999). Os mastócitos e os eosinófilos liberam enzimas proteolíticas e mediadores pró-inflamatórios responsáveis pela necrose do colágeno epitelial, a qual atua como um corpo estranho, podendo calcificar-se e ser eliminada através da epiderme até a superfície da pele (MASON & BURTON, 1999). Essa lesão apresenta-se como uma úlcera elevada, com a presença de colágeno necrosado em sua porção central (MASON & BURTON, 1999). Nesse estágio, é possível que a eliminação da causa não produza a resolução rápida da úlcera e qualquer infecção bacteriana secundária ou estímulo (mecânico ou químico) possa exacerbar a condição (MASON & BURTON, 1999). LEE et al. (2010) ressaltam a importância da diferenciação entre lesões caracterizadas como complexo granuloma-eosinofílico felino e lesões ocasionadas pelo herpesvírus felino do tipo I (FHV-I). A infecção por FHV-I deve ser considerada em pacientes com ulcerações cutâneas ou orais bastante severas, não responsivas à corticoterapia, com ou sem histórico de manifestações oculares ou relacionadas ao sistema respiratório superior, as quais são mais características dessa infecção (LEE et al., 2010). A imunohistoquímica pode auxiliar na diferenciação entre a infecção por FHV-I e as dermatoses eosinofílicas, o que levará a condutas terapêuticas diferentes (LEE et al., 2010).

A úlcera indolente

A úlcera indolente caracteriza-se por úlceras bem demarcadas e distintas, uni ou bilaterais, que ocorrem na região de lábio superior, às vezes adjacente aos caninos superiores (FOSTER, 2004; MUSE & WILLIAMSON, 2008; MORIELLO, 2012). Não há predisposição racial, mas sugere-se maior ocorrência nas fêmeas (MASON & BURTON, 1999). Na maioria dos casos, a lesão não é pruriginosa ou dolorosa (FOSTER, 2004; MUSE & WILLIAMSON, 2008). No entanto, alguns casos atípicos podem apresentar prurido considerável (CHAGAS et al.,2009). No início observa-se uma região eritematosa, seguida por uma área de ulceração bem circunscrita, de coloração marrom-avermelhada, alopécica e de aparência brilhante (MASON & BURTON, 1999). A periferia da lesão é mais elevada em relação ao centro, o qual apresenta uma superfície ulcerada, de tonalidade rósea a amarelada (FOSTER, 2004). Em alguns casos pode haver envolvimento do palato duro e linfadenopatia local (MASON & BURTON, 1999; MUSE & WILLIAMSON, 2008). Na ocorrência de lesões palatinas, algumas arteríolas podem ser afetadas e produzir pequenas hemorragias (MASON & BURTON, 1999). No entanto, como o gato deglute o sangue, este fato passa despercebido na maioria dos casos (MASON & BURTON, 1999). Quando da presença de lesões amplas, pode haver distorção facial (FOSTER, 2004). As úlceras podem aparecer sozinhas ou combinadas à dermatite miliar, à placa eosinofílica e/ou ao granuloma eosinofílico (FOSTER, 2004), sendo que este último apresenta-se principalmente na comissura labial, gengiva, língua, palato, faringe e queixo (MASON & BURTON, 1999). As lesões podem ser oriundas de uma resposta alérgica à picada de pulgas ou a outros alérgenos e em alguns casos suspeita-se de uma causa genética de base, porém, muitas vezes não é possível determinar o fator desencadeante (MASON & BURTON, 1999; FOSTER, 2004; MORIELLO, 2012). Um estudo realizado por COLOMBINI et al. (2001) demonstrou que, de 10 gatos expostos a pulgas, oito apresentaram sinais clínicos de dermatite alérgica à picada de pulgas (DAPP) dentro de três meses e além disso, cinco destes oito pacientes desenvolveram úlceras indolentes em região de lábios. Porém, os animais utilizados no estudo eram provenientes de uma colônia conhecidamente predispostos ao desenvolvimento de úlceras indolentes, sugerindo uma combinação de etiopatogênese genética e alérgica (COLOMBINI et al., 2001). As úlceras regrediram espontaneamente nos cinco gatos, porém, foram recorrentes em quatro deles (COLOMBINI et al., 2001). As úlceras recorrentes, por sua vez, não regrediram até a retirada da exposição às pulgas, em dois destes quatro felinos (COLOMBINI et al., 2001). A úlcera indolente também pode resultar da presença de corpos estranhos (por exemplo, espinhos de cactos presos à pele) ou se iniciar em um local onde havia uma injúria prévia, desencadeada por dermatófitos, pulgas ou piolhos (MORIELLO, 2012). Nos casos resultantes de trauma focal a úlcera é transitória, podendo até mesmo resolver-se sem intervenção terapêutica em gatos jovens (MORIELLO, 2012). Quando o quadro é persistente ou recorrente, normalmente está associado a um fator desencadeante perpétuo, como a atopia ou a alergia alimentar (MORIELLO, 2012).

Os dados da anamnese que sugerem uma alergopatia incluem um histórico de sazonalidade das lesões, lambedura exacerbada, alopecia auto induzida, dermatite miliar e eritema e edema de face, orelhas e pálpebras, associados a lesões compatíveis com o complexo granuloma-eosinofílico felino (MASON & BURTON, 1999). A idade do gato também deve ser levada em consideração, sendo que as formas de origem genética costumam manifestar-se em animais com menos de dois anos de idade (MASON & BURTON, 1999).

É importante salientar que a úlcera indolente é um sinal clínico e não um diagnóstico. O componente alérgico deve sempre que possível ser determinado (BURTON, 2006). A identificação da úlcera indolente baseia-se em um histórico compatível, nas manifestações clínicas apresentadas pelo paciente e nas alterações histopatológicas encontradas (BURTON, 2006). Deve-se recorrer à análise histopatológica quando da presença de formas clínicas diversas e severas de complexo granuloma-eosinofílico felino em um mesmo animal, principalmente lesões orais ulceradas e também quando a distribuição das lesões for atípica (dorso, face) e quando houver resposta insatisfatória ao tratamento padrão (MASON & BURTON, 1999). Para a úlcera indolente, o exame histopatológico não fornece informações muito úteis, a não ser que o material coletado seja proveniente dos bordos de lesões bastante recentes (MASON & BURTON, 1999). As alterações encontradas são pouco específicas e variam de acordo com o estágio da lesão, e incluem hiperplasia tecidual e dermatite superficial ulcerativa fibrosante, com a presença de neutrófilos e células mononucleares (MASON & BURTON, 1999; FOSTER, 2004). A eosinofilia periférica pode estar presente ou não (MUSE & WILLIAMSON, 2008). As úlceras recentes (48 a 96 horas) caracterizam-se por um infiltrado celular composto principalmente por eosinófilos, enquanto uma úlcera que vêm se desenvolvendo há cerca de três dias a três semanas apresentará também degeneração de colágeno (MASON & BURTON, 1999). Em úlceras mais antigas, predomina um infiltrado rico em células mononucleares e neutrófilos associado à fibrose da derme; raramente observa-se um infiltrado eosinofílico e a degeneração de colágeno nesses casos (MASON & BURTON, 1999). O principal diagnóstico diferencial para a úlcera indolente são as neoplasias cutâneas (BURTON, 2006). Outras possibilidades são as infecções bacterianas, virais e fúngicas (MUSE & WILLIAMSON, 2008).

A investigação da alergopatia de base é essencial para a melhora efetiva do quadro e o estabelecimento de um diagnóstico definitivo deve ser feito por meio de tentativas sucessivas de eliminação de prováveis alérgenos (MASON & BURTON, 1999). Recomenda-se proceder com o controle da infestação de pulgas, dietas de eliminação, mudança de ambiente (alocar o gato em um ambiente livre de mosquitos, por exemplo), entre outras medidas (MASON & BURTON, 1999; BURTON, 2006).

A abordagem terapêutica do clínico dependerá da extensão das lesões, sendo comum aos animais com úlceras únicas e pequenas não serem tratados, enquanto os pacientes com lesões extensas são submetidos à antibioticoterapia (FOSTER, 2004). Staphylococcus spp. coagulase-positivo é o principal microrganismo isolado das úlceras indolentes, e entre as bactérias Gram-negativas, destaca-se a Pasteurella spp (WILDERMUTH et al., 2011). A melhora do quadro em resposta à antibioticoterapia não significa que necessariamente houve uma infecção bacteriana, visto que muitos antibióticos também possuem propriedades antiinflamatórias (MASON & BURTON, 1999). Os casos arresponsivos à antibioticoterapia podem ser tratados com corticóides orais ou intralesionais (FOSTER, 2004; MORIELLO, 2012). Nos casos mais severos pode ser feita terapia imunossupressora com clorambucil (FOSTER, 2004; BURTON, 2006). ou ciclofosfamida; no entanto, essa modalidade terapêutica deve ser acompanhada de monitoração da bioquímica sérica e perfil hematimétrico do animal (MASON & BURTON, 1999). A ciclosporina também pode ser utilizada nos casos resistentes à corticoterapia; a melhora é observada dentro de duas semanas (MASON & BURTON, 1999; BURTON, 2006; VERCELLI et al, 2006). As lesões únicas podem ser removidas cirurgicamente. Além disso, a criocirurgia, laserterapia e radioterapia também são recomendadas (MASON & BURTON, 1999; FOSTER, 2004; MUSE & WILLIAMSON, 2008).

Algumas terapias alternativas são descritas em literatura com relatos de melhora clínica das úlceras indolentes, como a terapia homeopática (ABOUTBOUL, 2006), no entanto, mais estudos são necessários a esse respeito. A causa de base também deve ser tratada, por meio do controle de pulgas, uso de dieta hipoalergênica ou redução da exposição a demais alérgenos ambientais (MASON & BURTON, 1999; BURTON, 2006; MUSE & WILLIAMSON, 2008).

O prognóstico é favorável quando a causa da alergopatia de base é determinada e as manifestações clínicas são controladas com a terapêutica adequada (BURTON, 2006).

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Referências Bibliográficas

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Revisão publicada na edição 02 da Revista Veterinary&Science - página 66

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